Será que as redes sociais são modismos passageiros?
Muitas pessoas pensam que sim, que são vazias, coisas de quem não tem mais o que fazer, de quem quer apenas tomar conta da vida alheia. Mas dados mostram que elas deixaram de ser uma simples ferramenta de controle de namorado. Além disso, as redes sociais viraram fontes de informação tanto para consumidores quanto para empresas.
Em janeiro de 2004 o Brasil foi invadido pelo primeiro fenômeno social online: o Orkut. Criado por um funcionário da Google, o site de relacionamento hoje já tem mais de 24 milhões de brasileiros com perfis ativos. A megatendência a individualidade força as pessoas a procurarem umas as outras de maneira rápida e fácil, o que justifica o fato de 90% dos brasileiros usarem o Orkut como ferramenta de puro relacionamento.
O MySpace foi criado em 2003, e hoje ele alcança aproximadamente 110 milhões de usuários pelo mundo. Com o foco em música, o site vem perdendo espaço para as outras redes sociais por conta das novas ferramentas adicionadas a cada dia, que aperfeiçoam a usabilidade, não obrigando mais o usuário a ter que sair do home para executar outras funções.
Já o maior concorrente do Orkut, o Facebook nasceu no mesmo ano, em 2004. Em março deste ano o site bateu o record de 400 milhões de usuários no mundo, sendo que pelo menos metade acessa seu perfil diariamente.
O atual ranking das redes sociais no Brasil aponta o Orkut como líder de acesso (26,9 milhões de usuários), em segundo está o Twitter (8,8 milhões), em seguida o Facebook (8 milhões), em quarto lugar o mais novo microblog, o Formspring.me (4,8 milhões) e em quinto, o Sonico (2,1 milhões).
Segundo a Nielsen, de 2008 para 2009, o número de usuários de redes sociais aumentou em 27%, alcançando pouco mais de 307 milhões de usuários pelo mundo.
Todos já identificaram que de fato, as redes sociais não são apenas um modismo. A verba para publicidade na internet foi aumentada em 25% em 2009, e só nas redes sociais, a expectativa de aumento de investimento é de 17%.
Para ilustrar esses dados, segue um vídeo sobre a revolução das redes sociais.
http://www.youtube.com/watch?v=sIFYPQjYhv8&feature=player_embedded
Dúvidas!? Críticas!? Sugestões?!
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Varejo X Marca
Hoje vou falar sobre o canal Varejo.
(Sei que o post ficou grande, mas vale a pena ler!)
O canal é parte fundamental do processo de venda de um produto. Segundo Kotler, o terceiro P do composto de marketing, a Praça tem a principal tarefa de apresentar o produto ou serviço ao consumidor, para que ele possa compra-lo e consumi-lo. Isso se dá por meios de canais de distribuição, cobertura, variedades, locais, estoque, transporte.
Ao mesmo tempo que o canal é um aliado para as marcas, ele também pode ser a fonte de destruição da sua s imagem perante os consumidores.
Esta semana soube de um caso que exemplifica perfeitamente essa situação.
Um homem foi a loja Tele Rio, em Copacabana, Rio de Janeiro, em busca de um ar condicionado. Após pesquisar dentro da própria loja, optou por um Top de linha da marca Springer. Se dirigiu ao caixa, pagou a vista em dinheiro, e pediu que entregasse há 2 quarteirões de lá. Para isso a loja lhe cobrou uma frete de aproximadamente R$30,00. Recebeu a nota fiscal reduzida (agora permitida pelo Governo) e se dirigiu para o escritório.
3 Dias depois, como combinado, fizeram a entrega, mas na hora de instalar o aparelho, quando abriram a caixa, o ar condicionado estava completamente retorcido, em péssimas condições físicas. Imediatamente o cliente ligou para a sua secretária e pediu que ela separasse a nota fiscal para efetuar a troca. Só que ela não se lembrava onde havia guardado, pois a nota era bem menor que as outras, e não era fácil de ser achada.
Então o cliente largou seu trabalho e foi diretamente a loja com os entregadores para mostrar ao gerente pessoalmente o seu problema. Tendo em vista que o homem esteve naquela loja há 3 dias, o gerente disse que se lembrava de sua figura, mas que não poderia fazer nada sem a nota.
O cliente insistiu dizendo que a compra fora efetuada naquela mesma loja, e alegando que o gerente lembrava dele, e sugeriu que fosse retirada uma segunda via da nota fiscal no próprio caixa. Mas o gerente se recusou e disse que nada poderia fazer. Revoltado, o cliente ligou para o seu advogado e explicou o caso.
Conclusão. O cliente teve que ligar para o SAC da Springer, reclamar de toda situação, após 3 horas dentro da loja. Em estado de nervos, o SAC da Springer orientou que o gerente emitisse uma segunda via da nota para o cliente efetuar a troca naquele momento.
O cliente saiu da loja com o aparelho, acompanhado dos carregadores que imediatamente foram instalar o aparelho no local.
Qual a imagem que a Tele Rio passou para o cliente?
Da loja que não facilita. Que não haveria uma segunda compra. Que não indicaria a ninguém, pelo contrário, teriam sorte se o cliente não espalhasse para os sete ventos o quão mal ele foi atendido lá.
Qual a imagem que a Springer passou para o cliente?
Da marca que está sempre apoiando o cliente. Da solucionadora de problema. Da que compensa o preço pelo atendimento.
O canal ficou com a imagem completamente queimada. As chances dos produtos estocarem e darem prejuízo a marca e ao próprio varejista, são de quase 100%. Produto estocado é igual a dinheiro parado, e ninguém quer isso.
Com o monitoramento da satisfação dos consumidores em relação aos canais de distribuição as marcas conseguem estar exatamente onde os clientes estão, fazendo seu estoque girar, e assim, ganhando novos aliados (outros grandes varejistas). Com os três grandes interessados satisfeitos, o caminho para o sucesso de vendas fica cada vez mais curto.
Dúvidas!? Críticas?! Sugestões!?
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(Sei que o post ficou grande, mas vale a pena ler!)
O canal é parte fundamental do processo de venda de um produto. Segundo Kotler, o terceiro P do composto de marketing, a Praça tem a principal tarefa de apresentar o produto ou serviço ao consumidor, para que ele possa compra-lo e consumi-lo. Isso se dá por meios de canais de distribuição, cobertura, variedades, locais, estoque, transporte.
Ao mesmo tempo que o canal é um aliado para as marcas, ele também pode ser a fonte de destruição da sua s imagem perante os consumidores.
Esta semana soube de um caso que exemplifica perfeitamente essa situação.
Um homem foi a loja Tele Rio, em Copacabana, Rio de Janeiro, em busca de um ar condicionado. Após pesquisar dentro da própria loja, optou por um Top de linha da marca Springer. Se dirigiu ao caixa, pagou a vista em dinheiro, e pediu que entregasse há 2 quarteirões de lá. Para isso a loja lhe cobrou uma frete de aproximadamente R$30,00. Recebeu a nota fiscal reduzida (agora permitida pelo Governo) e se dirigiu para o escritório.
3 Dias depois, como combinado, fizeram a entrega, mas na hora de instalar o aparelho, quando abriram a caixa, o ar condicionado estava completamente retorcido, em péssimas condições físicas. Imediatamente o cliente ligou para a sua secretária e pediu que ela separasse a nota fiscal para efetuar a troca. Só que ela não se lembrava onde havia guardado, pois a nota era bem menor que as outras, e não era fácil de ser achada.
Então o cliente largou seu trabalho e foi diretamente a loja com os entregadores para mostrar ao gerente pessoalmente o seu problema. Tendo em vista que o homem esteve naquela loja há 3 dias, o gerente disse que se lembrava de sua figura, mas que não poderia fazer nada sem a nota.
O cliente insistiu dizendo que a compra fora efetuada naquela mesma loja, e alegando que o gerente lembrava dele, e sugeriu que fosse retirada uma segunda via da nota fiscal no próprio caixa. Mas o gerente se recusou e disse que nada poderia fazer. Revoltado, o cliente ligou para o seu advogado e explicou o caso.
Conclusão. O cliente teve que ligar para o SAC da Springer, reclamar de toda situação, após 3 horas dentro da loja. Em estado de nervos, o SAC da Springer orientou que o gerente emitisse uma segunda via da nota para o cliente efetuar a troca naquele momento.
O cliente saiu da loja com o aparelho, acompanhado dos carregadores que imediatamente foram instalar o aparelho no local.
Qual a imagem que a Tele Rio passou para o cliente?
Da loja que não facilita. Que não haveria uma segunda compra. Que não indicaria a ninguém, pelo contrário, teriam sorte se o cliente não espalhasse para os sete ventos o quão mal ele foi atendido lá.
Qual a imagem que a Springer passou para o cliente?
Da marca que está sempre apoiando o cliente. Da solucionadora de problema. Da que compensa o preço pelo atendimento.
O canal ficou com a imagem completamente queimada. As chances dos produtos estocarem e darem prejuízo a marca e ao próprio varejista, são de quase 100%. Produto estocado é igual a dinheiro parado, e ninguém quer isso.
Com o monitoramento da satisfação dos consumidores em relação aos canais de distribuição as marcas conseguem estar exatamente onde os clientes estão, fazendo seu estoque girar, e assim, ganhando novos aliados (outros grandes varejistas). Com os três grandes interessados satisfeitos, o caminho para o sucesso de vendas fica cada vez mais curto.
Dúvidas!? Críticas?! Sugestões!?
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
A resposta da Mars!
Ouviram minhas preces, ou meus posts! A assessoria de imprensa da Mars Brasil entrou em contato comigo para tirar algumas dúvidas sobre a edição especial de páscoa dos Ovinhos M&M's.
Primeiramente gostaria de comentar sobre a nobre iniciativa. Agora eu sou um exemplo de consumidora encantada. Defensora ferrenha dos produtos e advogada da marca. Com esses pequenos gestos de atenção as marcas estreitam os laços de relacionamento e viram parte da rotina dos consumidores sem precisar se esforçarem.
Bem diziam os estudiosos de marketing, um consumidor satisfeito guarda a satisfação pra si, a menos que seja estimulado. Já um consumidor insatisfeito conta espontaneamente para mais 3, que contam pra mais 3, e assim por diante.
Mas voltando ao assunto.
Pude tirar algumas dúvidas quanto a campanha do M&M's de páscoa tendo acesso ao briefing enviado a imprensa por sua assessoria.
O produto especial de páscoa não foi a única novidade da Mars para o ano de 2010. Como já havia mencionado antes, o M&M's branco também aproveitou a onda de inovação para ser apresentado ao mercado. Além desses, o Twix, também da Mars, lançou na páscoa o Twix Trilogia. Uma caixa com o sabor tradicional (biscoito, caramelo e chocolate) e mais dois: Triple Chocolate e Frutas Vermelhas. (foto retirada do site do Twix)
Já os Ovinhos de chocolate da M&M's foram estratégicos para a páscoa. Chegaram as gôndolas no período pertinente ao início da procura desse tipo de produto, e de fato é uma edição especial de páscoa que surgiu em 2009!!!!!
Além dos lançamentos citados acima, "Em uma parceria com a Top Cau, a Mars licenciou a marca para a produção do ovo M&M’S® chocolate ao leite de 200g, produzido com a receita exclusiva de chocolate Mars e coberto com M&M’S® Minis misturado à casca. Além de saborear o chocolate, os fãs de M&M’S® poderão também se divertir com o personagem Vermelho, que vem em forma de chaveiro de pelúcia como brinde do ovo de Páscoa." - segundo o release entregue a imprensa.
Os produtos que são sucesso nos anos anteriores se repetem, e se renovam. Um exemplo disso é o M&M Gigante, que em 2010 ganhou mais duas cores (azul e verde). Visto como uma alternativa de presente, foge do estereótipo do "ovo de páscoa", sua embalagem ainda pode ser aproveitada posteriormente, estando sempre na cabeça do consumidor. O preço é abaixo da média dos produtos similares e seu valor percebido é alto.
Seguindo a linha dos últimos anos, o personagem Vermelho de Páscoa (pequeno M&M vermelho de plástico com orelhas de coelho e M&M's Mini dentro) voltou este ano com atualizações em seu modelo quase que imperceptíveis.
Mais uma vez tenho que agradecer a atenção dada pela assessoria de imprensa da Mars Brasil.
Estas foram algumas dúvidas respondidas:
Dúvidas?! Críticas!? Sugestões?!
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Primeiramente gostaria de comentar sobre a nobre iniciativa. Agora eu sou um exemplo de consumidora encantada. Defensora ferrenha dos produtos e advogada da marca. Com esses pequenos gestos de atenção as marcas estreitam os laços de relacionamento e viram parte da rotina dos consumidores sem precisar se esforçarem.
Bem diziam os estudiosos de marketing, um consumidor satisfeito guarda a satisfação pra si, a menos que seja estimulado. Já um consumidor insatisfeito conta espontaneamente para mais 3, que contam pra mais 3, e assim por diante.
Mas voltando ao assunto.
Pude tirar algumas dúvidas quanto a campanha do M&M's de páscoa tendo acesso ao briefing enviado a imprensa por sua assessoria.
O produto especial de páscoa não foi a única novidade da Mars para o ano de 2010. Como já havia mencionado antes, o M&M's branco também aproveitou a onda de inovação para ser apresentado ao mercado. Além desses, o Twix, também da Mars, lançou na páscoa o Twix Trilogia. Uma caixa com o sabor tradicional (biscoito, caramelo e chocolate) e mais dois: Triple Chocolate e Frutas Vermelhas. (foto retirada do site do Twix)Já os Ovinhos de chocolate da M&M's foram estratégicos para a páscoa. Chegaram as gôndolas no período pertinente ao início da procura desse tipo de produto, e de fato é uma edição especial de páscoa que surgiu em 2009!!!!!
Além dos lançamentos citados acima, "Em uma parceria com a Top Cau, a Mars licenciou a marca para a produção do ovo M&M’S® chocolate ao leite de 200g, produzido com a receita exclusiva de chocolate Mars e coberto com M&M’S® Minis misturado à casca. Além de saborear o chocolate, os fãs de M&M’S® poderão também se divertir com o personagem Vermelho, que vem em forma de chaveiro de pelúcia como brinde do ovo de Páscoa." - segundo o release entregue a imprensa.
Os produtos que são sucesso nos anos anteriores se repetem, e se renovam. Um exemplo disso é o M&M Gigante, que em 2010 ganhou mais duas cores (azul e verde). Visto como uma alternativa de presente, foge do estereótipo do "ovo de páscoa", sua embalagem ainda pode ser aproveitada posteriormente, estando sempre na cabeça do consumidor. O preço é abaixo da média dos produtos similares e seu valor percebido é alto.
Seguindo a linha dos últimos anos, o personagem Vermelho de Páscoa (pequeno M&M vermelho de plástico com orelhas de coelho e M&M's Mini dentro) voltou este ano com atualizações em seu modelo quase que imperceptíveis.Mais uma vez tenho que agradecer a atenção dada pela assessoria de imprensa da Mars Brasil.
Estas foram algumas dúvidas respondidas:
1- A M&M's já tinha lançado esses ovinhos em 2009?
Já, sim. O lançamento do produto foi na Páscoa de 2009. Com o sucesso, ele voltou em 2010.
2- Houve algum tipo de promoção da ação? Ou simplesmente apostaram na embalagem "auto vendável"? Visitei o site da M&M's na época e não vi nada sobre o assunto...
Nenhuma promoção específica, apenas ações especiais no ponto de venda durante o período da Páscoa.
3- De onde surgiu a ideia de lançar os Ovinhos? Foi pesquisa?
A ideia foi tematizar o chocolate M&M’S com a Páscoa, lançando um formato diferenciado que tem tudo a ver com essa época do ano.
4- Repito a pergunta 3 em relação ao M&M's branco.
O Brasil é um dos principais consumidores de chocolate branco. Por isso, aproveitamos a oportunidade para crescer o portfólio de M&M’S com mais uma opção deliciosa em um sabor que o brasileiro adora.
Dúvidas?! Críticas!? Sugestões?!
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terça-feira, 13 de abril de 2010
M&M's também não perdeu tempo.
Fui pega de surpresa quando parei em uma loja de conveniência e dei de cara com isso:


Ele estava lá, em uma gôndola alta sobre o balcão de pagamento, quase na direção do meu cotovelo, onde meus olhos o achariam facilmente, no meio de milhares de drops e chicletes.
Como falei semana passada sobre o produto que descobriu um novo nicho no mercado de chocolate em datas comemorativas, a Hershey's não foi a única. O M&M's, da Mars, lançou mais um subproduto do tradicional chocolate.
Os discos de chocolate coloridos ganharam formato de ovinhos, concentrando mais chocolate e com embalagem personalizada (o personagem "M&M Vermelho" vestido com orelhas de coelho, e com indicativos de calorias e de "Edição Especial").
Fiquei curiosa e fui procurar sobre a ação. Não entendi bem a estratégia utilizada, uma vez que só encontrei o produto 1 semana depois da páscoa. Depois de navegar na internet atrás de informações, descobri que a M&M's tem um perfil no Twitter e resolvi segui-lo.
Mais uma descoberta! Tem promoção rolando no @mms_brasil . É um concurso cultural! Voltando ao assunto, mandei mensagem pro perfil do M&M's Brasil pra saber sobre o produto especial de páscoa. A pessoa que estava respondendo foi imediata e super atenciosa.
Fiquei muito feliz com a resposta, e mandei logo de volta minha dúvida:

E pouco menos de 2h depois recebi essa resposta:

Achei isso um exemplo de relacionamento com o "seguidor". Respondi imediatamente ansiosa por um contato. E assim fiquei até hoje.
Enfim.
Se por acaso eu obtiver alguma resposta sobre isso, postarei aqui.
Enquanto ficam somente dúvidas no ar, posso chegar a conclusão que em 2011 os produtos para páscoa serão mais inovadores ainda.
E quem não acompanhar esse crescimento do mercado com todas as estratégias desenhadas de forma equilibrada e abrangendo 360˚ a percepção do cliente, vai passar despercebido.
Dúvidas?! Críticas?! Sugestões?!
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
Nadou, nadou e morreu na praia.. - Hershey's
Passada mais uma festividade mundial, podemos analisar as marcas que tiveram mais destaque no pdv. Chocólatra assumida, aproveito épocas festivas, principalmente a páscoa, para procurar novidades.Sou consumidora Hershey's, e curiosamente achei um produto novo deles, mas que por acaso não me chamou a atenção que eu esperava.
A Hershey's, empresa que do ramo alimentício produtora de itens com chocolate, achou uma brecha no mercado para introduzir um novo produto de páscoa: a barra de chocolate personalizada para a data. Genial? Sim, afinal não existia nada parecido vindo da concorrência.
Então foi desenvolvida uma nova embalagem o qual continha figuras simbólicas como coelho e ovos coloridos, o texto "Feliz Páscoa" e o sabor tradicional para não haver rejeição, o chocolate ao leite.
Tinha tudo para ser um sucesso para o público, até o consumidor ir ao ponto de venda e, na hora de escolher o produto, não achá-lo, ou não identificá-lo na gôndola, ou até mesmo nem saber da sua existência.
Visitei alguns pontos de venda na Z. Sul de São Paulo e as gôndolas de barras de chocolate estavam do mesmo jeito de antes. O novo tablete da Hershey's não foi encontrado em meio aos outros.
Depois de procurar pela barra de chocolate, achei somente no supermercado Pão de Açúcar do shopping Iguatemi. Ela estava posicionada na penúltima gôndola próxima ao chão, ao lado de outros chocolates da mesma marca, com embalagens de cores semelhantes, num local sem iluminação e sem qualquer aviso sobre o produto.
Além disso não havia nenhum promotor da Hershey's indicando o novo produto, nem faixa de gôndola, e as ilhas continham somente os chocolates tradicionais que são vendidos durante todo o ano.
Até agora não tenho informação sobre a estratégia utilizada pela marca. Não sei se foi um lançamento para um pequeno mercado-teste, ou se houve restrição na verba de merchandising. Também há chances de ter havido erro na logística e na distribuição.
O que é certo é que para o próximo ano a concorrência vai estar acordada, e vai agir para não ficar atrás. A Hershey's teve a idéia do século, mas não se sabe por que cargas d'água, o projeto só teve início (ignoraram o meio e o fim).
Dúvidas?! Críticas?! Sugestões?!
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Fontes: http://merchandising.com.br/o-grupo/conteudo-academico/glossario , fotos tiradas por mim.
A Hershey's, empresa que do ramo alimentício produtora de itens com chocolate, achou uma brecha no mercado para introduzir um novo produto de páscoa: a barra de chocolate personalizada para a data. Genial? Sim, afinal não existia nada parecido vindo da concorrência.
Então foi desenvolvida uma nova embalagem o qual continha figuras simbólicas como coelho e ovos coloridos, o texto "Feliz Páscoa" e o sabor tradicional para não haver rejeição, o chocolate ao leite.
Tinha tudo para ser um sucesso para o público, até o consumidor ir ao ponto de venda e, na hora de escolher o produto, não achá-lo, ou não identificá-lo na gôndola, ou até mesmo nem saber da sua existência.
Depois de procurar pela barra de chocolate, achei somente no supermercado Pão de Açúcar do shopping Iguatemi. Ela estava posicionada na penúltima gôndola próxima ao chão, ao lado de outros chocolates da mesma marca, com embalagens de cores semelhantes, num local sem iluminação e sem qualquer aviso sobre o produto.
Até agora não tenho informação sobre a estratégia utilizada pela marca. Não sei se foi um lançamento para um pequeno mercado-teste, ou se houve restrição na verba de merchandising. Também há chances de ter havido erro na logística e na distribuição.
O que é certo é que para o próximo ano a concorrência vai estar acordada, e vai agir para não ficar atrás. A Hershey's teve a idéia do século, mas não se sabe por que cargas d'água, o projeto só teve início (ignoraram o meio e o fim).
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Fontes: http://merchandising.com.br/o-grupo/conteudo-academico/glossario , fotos tiradas por mim.
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